Aprofunda a crise do imperialismo, cresce a resistência dos povos

By rodrigoxpkx


Frente Revolucionária de
Defesa dos Direitos do Povo
São Paulo
2008

O imperialismo está imerso em uma crise colossal. A
economia dos Estados Unidos enfrenta um verdadeiro
colapso, destampado com a grave crise imobiliária que
repercutiu em todo o mundo com queda nas bolsas de valores
e falências.
O preço do barril do petróleo que disparou desde a invasão
do Afeganistão e Iraque pode chegar a 200 dólares o barril.
A política do imperialismo para a produção de biocombustíveis
elevou o preço do milho em mais de 400% no México em
2007, provocando uma grande revolta e protestos populares
naquele país. O aumento assustador dos preços internacionais
dos alimentos já provoca levantes populares no Haiti, Egito e
outras regiões do mundo.
As políticas do imperialismo que a imprensa e catedráticos
burgueses chamam de “globalização”, não são mais que a
rapinagem, a espoliação, a violência e miséria sobre os povos
e nações oprimidas, que produzem grande revolta nas massas
em todo o mundo, que se levantam em ondas de lutas e
protestos cada vez maiores.
A estratégia de dominação imperialista de “Guerra ao
Terrorismo” implementada por George W Bush se esgota a
cada dia e ele chega aos seus últimos dias de mandato
completamente desmoralizado. Três trilhões de dólares já
foram consumidos nas guerras de agressão. A heróica
resistência iraquiana, frente principal da luta antiimperialista
no mundo, imobilizou e expulsará de seu território o principal
e mais sanguinário exército do mundo. Nunca a morte de
4000 soldados pesou tanto a um exército invasor.
A resistência das massas não dá tréguas um dia sequer
ao imperialismo. Assim é no Afeganistão, na sempre heróica
Palestina, no Líbano e em todo o Oriente Médio. As massas
são invencíveis. Bombas, ataques de surpresa, ações
guerrilheiras levantam alto a bandeira de todos os povos
oprimidos do mundo: “O imperialismo é um tigre de
papel
” e “Morte ao imperialismo!”.

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